A hipertensão atinge 24,3% da população brasileira adulta. É
o que mostra a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças
Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada nesta terça-feira (5). O
estudo é referente ao ano de 2012.
Segundo os números da Vigitel, a doença é mais comum entre
as mulheres. Em todo o País, 26,9% dos hipertensos são mulheres, e 21,3%,
homens. Em Fortaleza, a tendência nacional é mantida: 23,2% dos casos são
verificados entre as mulheres, enquanto 18% são homens.
Dentre as capitais brasileiras, o Rio de Janeiro (RJ) é a
que mais registrou casos no total populacional, com 29,7% de hipertensos entre
os cariocas. O menor número está em Palmas (TO), com 17,2%. A capital cearense
apresentou a marca de 20,8%.
Quando a categoria é faixa etária, os brasileiros acima de
65 anos de idade ocupam 59,2% do total de entrevistados. Quanto à escolaridade,
a pesquisa constatou que o tempo de estudos é inversamente proporcional aos
casos de hipertensão. A maioria, 37,8%, dos que se declararam hipertensos
tinham até 8 anos de educação formal.
Cai número de internações causadas pela doença
A pesquisa mostrou que o número de internados na rede
pública, por conta da hipertensão, caiu 25% nos últimos 2 anos. Em 2010, foram
154.919 internações, enquanto que, em 2012, foram 115.748 entradas nos
hospitais públicos.
O Ministério da Saúde destacou o programa "Saúde Não
Tem Preço", criado em 2011. O benefício consiste em oferece 6 remédios de
forma gratuita, por meio da rede Farmácia Popular.
DIÁRIO DONORDESTE FOTO: JOSÉ LEOMAR
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